The Pixel's problem, of course, is that it runs Chrome OS, a cloud-based platform that supports, outside of Google's offerings, none of the applications you need. That, and it's effectively useless unless you're connected to the internet. In that sense, spending $1300 on a Pixel is like hiring a mannequin from an escort service: it might look nice, but it's not functional in any of the ways you'd expect.
Bem, comparar o Chromebook Pixel com um manequim prostituta não foi lá muito sagaz, mas fez algum sentido. Como eu disse nesse outro texto, o Chromebook/Chrome OS não parece ser assim tão ruim, desde que, como no outro caso, ofereça um preço ao menos na média das demais opções no mercado. Todavia, $1300 dólares em um sistema operacional que se resume ao navegador não me parece uma ideia tão boa. Além disso, o recurso de touchscreen em um notebook me parece totalmente sem sentido e não justifica um preço tão absurdo. Mas daí a dizer que o hardware "vem por último", como o Gizmodo US fez, acredito ser um equívoco.
Ainda assim, não me espanta que alguém se interesse pelo tal manequim… Como diria meu velho avô, tem gosto para tudo.